Mapeamento da Rede de Atenção à Saúde

Objetivo:

Fortalecimento da Gestão e Governança dos municípios para qualificação dos investimentos nas ações e serviços de saúde municipais e regionais.

Integram o escopo da proposta ações de qualificação e educação permanente para a Gestão e para a atenção primária à saúde;

Identificação da capacidade instalada de média e alta complexidade;

Consolidação do pacto interfederativo e gestão participativa, com implementação do Planejamento Regional Integrado;

Monitoramento de indicadores, resultados financeiros e planejamento em saúde;

Qualificação dos hospitais de referência, para melhoria do acesso e qualidade na atenção, bem como aos fluxos de referência e contra referência com a APS.

Pretende-se melhorar a articulação dos pontos de atenção entre os municípios da região contemplando impactos numa população de aproximadamente 800 mil pessoas.

Concluindo com Planos de Saúde baseados na realidade, estratégico e realizáveis.

 

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Atividades:

  1. Apoio ao processo de consolidação da regionalização através do planejamento integrado de ações e serviços de saúde.
  2. Levantamento das ações e serviços de atenção básica
  3. Levantamento da oferta de serviços de média e alta complexidade, pública ou privada.
  4. Consolidação do pacto interfederativo e gestão participativa na região, com implementação do PRI – Planejamento Regional Integrado.
  5. Apoio aos processos de monitoramento de indicadores, resultados financeiros e planejamento em saúde nos municípios.
  6. Apoio à qualificação dos hospitais de referência da RAS para melhoria da eficiência do Acesso e Qualidade na atenção, bem como processos de referência e contra referência com a APS.
  7. Monitoramento da integração e processo de referências da RAS.
  8. Identificação de planos, ações e estratégias já organizadas pelas Redes temáticas (RUE, RC, RAPS, RPcD e Crônicas) e já consolidadas na região de saúde do Médio Vale do Itajaí.
  9. Implementação da RAS – Rede de Atenção à Saúde, como área de trabalho e acesso à informações para o Comitê de Governança Macrorregional.
  10. Consolidação e qualificação da Atenção Primária à Saúde em todos os municípios da região como ordenadora da Rede de Atenção à Saúde.
  11. Estudo, análise e estruturação para serviço de Pronto Atendimento regionalizado.
  12. Elaboração de planos de educação permanente em saúde em todos os pontos de atenção da RAS
  13. Permanente - Fortalecimento da Gestão e Governança dos municípios para qualificação dos investimentos nas ações e serviços de saúde municipais e regionais
  14. Permanente - Discussão sobre a regionalização e descentralização da Saúde.

 

Data de Início:

13/09/2018

 

Resumo das Atividades:

Realizar o levantamento físico da disposição de ações e serviços de saúde na região;

Realização de reuniões entre todos os gestores envolvidos, para pactuação do conjunto de responsabilidades individuais ou comuns das ações de saúde no território, orientados pelo cálculo de: oferta x demanda x custo x resolutividade;

Participar ativamente do processo de planejamento regional integrado, considerando os parâmetros de incorporação tecnológica compatibilizando economia de escala com equidade no acesso e qualidade da atenção;

Qualificação da APS, com de ações de educação em saúde, implantação do "QualificaAPS", acesso avançado e outras estratégias de melhoria de acesso, qualidade e resolutividade da APS;

Organização dos protocolos regionais e fluxos de referência e contra referência na região de saúde; Implantação de Pronto Atendimentos Regionais.

 

Resultados já Obtidos:

Até o momento, os resultados parciais permitiram a revisão de contratos hospitalares. No primeiro analisado, entre município e hospital, visando o incentivo e incremento para serviços de Pronto Socorro, houve uma redução de R$ 600 mil no primeiro ano, além exigir maior qualificação do prestador.

Também já podemos apontar que o processo de levantamento de informações relacionadas aos valores dispendidos em ações e serviços no SUS, tem despertado nos municípios a compreensão da necessidade de avançar no planejamento de ações integradas, regionalizadas, com estabelecimentos de metas prioritárias conjuntas e articuladas.

Como resultado da qualificação da região, hoje é possível identificar junto ao Ministério da Saúde toda a produção realizada via Consórcio Intermunicipal, inclusive por município de residência, o que nos permite ampliar oficialmente a discussão sobre o financiamento da Média e Alta Complexidade que oneram os cofres municipais.

E, por fim, podemos apontar que inicia na região um processo de revisão das práticas em saúde, reorientando processos de trabalho e gestão, visando melhor atender à população.

 

Por que a iniciativa é inovadora?

A iniciativa vai permitir que os gestores SUS locais avaliem a rede como um todo, assim alcancem novos patamares na diretriz da regionalização do SUS.

É evidente que um único município ou um único ponto de atenção da rede não se desenvolverá sozinho, ou ofertará capacidade operacional suficiente para o atendimento da demanda, mas uma Rede de Atenção desenhada e validada pode oferecer a qualidade desejada nos fluxos e referências necessários.

Oferecendo condições claras de aperfeiçoamento da oferta, levantamento da demanda, análises de prioridade, determinação de planos de trabalho é que se produzirá efetividade e resolutividade nas demandas de saúde da população.

A inovação, por fim, está em potencializar o acompanhamento local e regional do desenvolvimento das ações, e proporcionar a participação colaborativa de todos os agentes envolvidos, desde conselhos municipais, técnicos locais, gestores SUS, Prefeitos e Regionais de Saúde, em seu fazer regionalizado.

 

Por que a iniciativa é de Interesse Público:

O princípio fundamental da Administração Pública é o Planejamento. O Sistema Único de Saúde tem errado em seu desenvolvimento com ações caras e mal planejadas, investimentos errôneos causando desequilíbrio nas contas públicas. Além das imensas disparidades entre as regiões do Brasil, onde de um lado sobram equipamentos e de outro a população carece de tecnologia.

Só será possível a governança e o cumprimento das diretrizes traçadas na criação do SUS com informações e dados relevantes, atualizados e locais.

Com esses dados e informações, a base do sistema - a APS poderá ser construída em um Plano de Saúde Municipal traçado de forma estratégica, com ações e metas realizáveis e de impacto para a população, permitindo que o controle social os monitore, e avalie o seu cumprimento.

 

Responsável: CISAMVI - Consórcio Intermunicipal de Saúde do Médio Vale do Itajaí.

Presidente: Ércio Kriek

Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

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